Clube pretende contratar um atacante e um armador para o restante da temporada
O atacante Cassiano pode ser emprestado até o final do ano
Após a conquista da Taça Piratini, e dos três meses de Dunga como
treinador do Inter, a direção começará a realizar algumas mudanças no
grupo de jogadores. Até abril, novas contratações serão encaminhadas e
ocorrerá um enxugamento no elenco - e parte do time sub-23 será cedido
para outros clubes. Até mesmo para times do Exterior, como o Chicago
Fire, dos Estados Unidos.
A partir de agora, o Inter passa a mirar pelo menos dois armadores e um atacante. O perfil a ser procurado: jogadores entre 23 e 24 anos, com alguma experiência em clubes grandes e, possivelmente, que estejam no futebol europeu _ ainda que o interior paulista seja visto com muito bons olhos pela direção colorada. Na reunião de ontem, que contou com todo o departamento de futebol mais o presidente Giovanni Luigi, as diretrizes foram definidas. A ordem é encorpar a equipe para o segundo semestre, quando o clube terá pela frente a fase quente da Copa do Brasil e o
Campeonato Brasileiro.
– Estamos começando a sondar o mercado – anunciou o diretor de futebol Luís César Souto de Moura.
O dirigente, porém, voltou a mostrar preocupação com o acordo político que elevou Ibsen Pinheiro (do movimento Diretas Sempre) à presidência do Conselho Deliberativo, e Eduardo Knijnik (Convergência Colorada) à do Conselho Fiscal - negociação que envolveu dois blocos oposicionistas e um de situação. Souto de Moura teme que a forte presença da oposição em setores importantes do clube acabe tendo reflexo no investimento do futebol na temporada.
– Como a administração do futebol é de curtíssimo prazo e, eventualmente, é necessário se fazer um endividamento para contratações, me preocupa que o nível de críticas da oposição pressione a gestão e possa acabar reduzindo o fluxo financeiro do futebol - afirmou Souto de Moura.
Hoje, a folha do Inter é de cerca de R$ 7,5 milhões ao mês. Está em dia. E o orçamento para o futebol em 2013 é de pouco mais de R$ 120 milhões. Luigi é tido como um presidente duro quando o tema é a liberação de recursos para contratações. Ainda mais na atual temporada, com o Beira-Rio fechado.
– Gostaria que a oposição me contestasse e dissesse que é parceira da gestão. O futebol não pode ter o seu fluxo de caixa interrompido – emendou o diretor de futebol.
Enquanto Souto de Moura mostra-se preocupado com os investimentos para o segundo semestre, o departamento de futebol decidiu negociar o meia João Paulo. Fora dos planos de Dunga, ele foi emprestado para o Atlético-GO até o final da temporada, para a disputa do Campeonato Goianense e da Série B. O zagueiro Dalton terá o contrato rescindido e o goleiro Lauro também deixará o clube.
– Tem muita gente pedindo os nossos jogadores. Até o Chicago Fire, um de nossos parceiros estratégicos no Exterior, pediu alguns atletas. Podemos atendê-los – concluiu Souto de Moura.
O Inter começa a projetar o ano além do Gauchão.
A partir de agora, o Inter passa a mirar pelo menos dois armadores e um atacante. O perfil a ser procurado: jogadores entre 23 e 24 anos, com alguma experiência em clubes grandes e, possivelmente, que estejam no futebol europeu _ ainda que o interior paulista seja visto com muito bons olhos pela direção colorada. Na reunião de ontem, que contou com todo o departamento de futebol mais o presidente Giovanni Luigi, as diretrizes foram definidas. A ordem é encorpar a equipe para o segundo semestre, quando o clube terá pela frente a fase quente da Copa do Brasil e o
Campeonato Brasileiro.
– Estamos começando a sondar o mercado – anunciou o diretor de futebol Luís César Souto de Moura.
O dirigente, porém, voltou a mostrar preocupação com o acordo político que elevou Ibsen Pinheiro (do movimento Diretas Sempre) à presidência do Conselho Deliberativo, e Eduardo Knijnik (Convergência Colorada) à do Conselho Fiscal - negociação que envolveu dois blocos oposicionistas e um de situação. Souto de Moura teme que a forte presença da oposição em setores importantes do clube acabe tendo reflexo no investimento do futebol na temporada.
– Como a administração do futebol é de curtíssimo prazo e, eventualmente, é necessário se fazer um endividamento para contratações, me preocupa que o nível de críticas da oposição pressione a gestão e possa acabar reduzindo o fluxo financeiro do futebol - afirmou Souto de Moura.
Hoje, a folha do Inter é de cerca de R$ 7,5 milhões ao mês. Está em dia. E o orçamento para o futebol em 2013 é de pouco mais de R$ 120 milhões. Luigi é tido como um presidente duro quando o tema é a liberação de recursos para contratações. Ainda mais na atual temporada, com o Beira-Rio fechado.
– Gostaria que a oposição me contestasse e dissesse que é parceira da gestão. O futebol não pode ter o seu fluxo de caixa interrompido – emendou o diretor de futebol.
Enquanto Souto de Moura mostra-se preocupado com os investimentos para o segundo semestre, o departamento de futebol decidiu negociar o meia João Paulo. Fora dos planos de Dunga, ele foi emprestado para o Atlético-GO até o final da temporada, para a disputa do Campeonato Goianense e da Série B. O zagueiro Dalton terá o contrato rescindido e o goleiro Lauro também deixará o clube.
– Tem muita gente pedindo os nossos jogadores. Até o Chicago Fire, um de nossos parceiros estratégicos no Exterior, pediu alguns atletas. Podemos atendê-los – concluiu Souto de Moura.
O Inter começa a projetar o ano além do Gauchão.
Fonte: ZeroHora


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